O Distrito Federal alcançou a cobertura total do sistema de videomonitoramento com a inclusão de Água Quente na rede de vigilância eletrônica. A região administrativa passou a contar com câmeras conectadas ao programa coordenado pela Secretaria de Segurança Pública do DF, consolidando a presença da tecnologia em todas as áreas do DF.
A ampliação representa um novo estágio da política de segurança pública local, que aposta na integração de dados e no uso de equipamentos modernos para aumentar a eficiência das ações policiais. Com a nova etapa, o sistema ultrapassa a marca de 1,3 mil câmeras distribuídas em pontos considerados estratégicos.
Mais do que monitorar espaços, o programa atua como ferramenta de inteligência. As imagens captadas auxiliam na identificação de padrões, no acompanhamento de ocorrências em tempo real e na tomada de decisões mais rápidas pelas forças de segurança. O recurso também é utilizado em operações de trânsito, atendimentos emergenciais e ações de defesa civil.
Para o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, a chegada do sistema a todas as regiões administrativas fortalece um modelo de atuação mais moderno. Segundo ele, a tecnologia permite respostas mais ágeis, melhora o direcionamento do policiamento e contribui para investigações mais eficazes. O gestor destaca ainda que o aumento no número de equipamentos amplia a capacidade de prevenção.
Na avaliação da administradora regional, Lúcia Gomes, o videomonitoramento traz impactos diretos para o cotidiano da população. Ela ressalta que a presença das câmeras reforça a segurança e atende a uma demanda importante dos moradores, além de colaborar com o trabalho das forças policiais na região.
A instalação dos equipamentos segue critérios técnicos baseados em análise de dados. Estudos apontam locais com maior incidência de ocorrências, além de considerar fluxo de pessoas, relevância estratégica e sugestões apresentadas por lideranças comunitárias e autoridades policiais. O objetivo é garantir que a tecnologia seja aplicada onde há maior necessidade.
As imagens captadas são enviadas em tempo real para centros de operação e compartilhadas entre diferentes órgãos, permitindo atuação integrada em diversas situações. Esse modelo também contribui para a produção de provas e para a elucidação de crimes, fortalecendo o trabalho investigativo.
De acordo com o subsecretário de Modernização Tecnológica, Gustavo Tarragô, a expansão do sistema demonstra o compromisso com a inovação na segurança pública. Ele afirma que a combinação entre tecnologia e análise de dados torna as ações mais precisas e eficientes, além de otimizar o uso dos recursos disponíveis.
Com a cobertura completa das regiões administrativas, o Distrito Federal consolida uma estratégia de segurança baseada em planejamento, integração institucional e uso intensivo de tecnologia. A expectativa é de que o sistema continue evoluindo, com novos investimentos e aprimoramentos voltados à proteção da população.
