A vantagem de Gracinha Caiado (União Brasil) marcou o novo retrato da disputa pelo Senado em Goiás. A candidata alcançou 46% na soma das intenções de primeiro e segundo voto e abriu 9,6 pontos percentuais sobre o adversário mais próximo, segundo pesquisa divulgada nesta terça-feira (8).
Os números do Instituto Goiás Pesquisas colocaram Gracinha em primeiro lugar no cenário geral da corrida pelas duas cadeiras goianas no Senado. Gustavo Gayer (PL) apareceu com 36,4%, enquanto Zacharias Calil (MDB) registrou 34,6%.
Além de ocupar a ponta na soma das duas escolhas, Gracinha também liderou quando os entrevistados indicaram em quem votariam como primeira opção para o cargo. Ela recebeu 27% das menções, resultado 2,8 pontos percentuais superior aos 24,2% alcançados por Gayer. Calil teve 14,5%.
A presença da candidata entre os primeiros colocados se manteve no segundo voto. Nesse cenário, Gracinha marcou 19% e ficou tecnicamente empatada com Calil, que registrou 20,1%. A diferença de 1,1 ponto percentual entre os dois ficou dentro da margem de erro do levantamento, de 2,77 pontos percentuais.
O resultado combinado das duas escolhas garantiu a Gracinha a liderança no quadro geral. A candidata terminou 11,4 pontos percentuais à frente de Calil e mais de 30 pontos acima de Gustavo Mendanha (PRD), que somou 14,2%.
Depois de Mendanha, apareceram Cíntia Dias, com 8,8%, e Vanderlan Cardoso (PSD), com 8,5%. Isaura Lemos (PSB) obteve 6,1%; Oséias Varão, 3,6%; Ernesto Roller (PSDB), 3%; Guilherme Darques (UP), 2,3%; e Iure Castro (Cidadania), 1,3%.
A disputa ainda conta com uma fatia relevante de eleitores sem candidato definido. O grupo dos que não souberam ou não responderam representou 23,8% dos entrevistados. Outros 11,4% disseram que pretendem votar em branco ou anular o voto.
Encomendado pelo portal Mais Goiás, o levantamento ouviu 1.250 eleitores do estado nos dias 3 e 4 de setembro. A margem de erro é de 2,77 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo GO-06294/2026.
