Ninguém duvida de que Ibaneis Rocha, governador do Distrito Federal, consolidou sua imagem como um gestor de resultados, responsável por transformar o cenário urbano das 33 regiões administrativas com obras de infraestrutura e melhorias visíveis.
Mas o feito que mais causa impacto — e inquietação entre seus adversários — não está no asfalto nem no concreto: é o “Vai de Graça”, programa que vem redefinindo a mobilidade urbana do DF e mudando o tabuleiro político local.
Entre lideranças de partidos de oposição, como PT, PSOL, PSB e PDT, o tema domina as conversas reservadas. O receio é claro: o sucesso do programa pode ser determinante nas urnas de 2026.
Lançado em 1º de março de 2025, o “Vai de Graça” garante transporte público gratuito aos domingos e feriados para usuários com cartão Mobilidade, Vale-Transporte ou Passe Livre Estudantil. O sistema libera as catracas automaticamente, tornando o acesso rápido e simples.
A possibilidade de ampliação da gratuidade para todos os dias da semana, já estudada pelo governo, é o que mais preocupa a oposição. Se implementada, a medida consolidaria Ibaneis como o governador que transformou o transporte público do DF em um serviço de tarifa zero — um marco histórico com forte impacto social, ao facilitar o acesso a trabalho, estudo e lazer para milhares de brasilienses.
A política de mobilidade gratuita soma-se a outros programas sociais robustos da atual gestão. O “Prato Cheio” beneficia 130 mil famílias com R$ 250 mensais para compra de alimentos, enquanto os restaurantes comunitários servem 1,4 milhão de refeições por mês, a preços simbólicos: R$ 0,50 no café da manhã e jantar, e R$ 1 no almoço.
Se o “Vai de Graça” se tornar permanente e universal, poderá superar todos esses marcos, firmando-se como o maior programa social da história do Distrito Federal.
É essa possibilidade — a de uma política pública que une popularidade e impacto real — que tira o sono dos opositores de Ibaneis Rocha.

