Dois estudantes de Brasília, de apenas 12 anos, estão prestes a viver uma experiência pouco comum para pesquisadores dessa idade. Lucas Freitas Vieira e Rafael Kessler Ferreira foram convidados para apresentar trabalhos científicos próprios em atividades ligadas ao Global Health Catalyst Summit, nos Estados Unidos.
A programação prevê a passagem dos jovens por dois dos principais centros acadêmicos do mundo: a Universidade Harvard e o Massachusetts Institute of Technology (MIT).
Além da pouca idade, Lucas e Rafael chamam atenção pelo conteúdo das pesquisas. Os estudantes desenvolveram projetos que envolvem inteligência artificial e criptografia quântica aplicadas à área da saúde, aproximando tecnologia, inovação e ciência.
Segundo a organização responsável pela missão, os brasilienses serão os primeiros pesquisadores brasileiros com 12 anos a apresentar trabalhos autorais no Global Health Catalyst Summit.
Ciência e tecnologia desde cedo
Os projetos buscam utilizar ferramentas avançadas para enfrentar desafios relacionados à saúde. Entre as áreas estudadas estão aplicações de inteligência artificial e sistemas ligados à segurança e proteção de informações por meio da criptografia quântica.
Durante a agenda internacional, os estudantes terão a oportunidade de apresentar suas pesquisas, trocar experiências e acompanhar discussões com pesquisadores e especialistas de diferentes países.
A participação também amplia a visibilidade de iniciativas científicas desenvolvidas no Distrito Federal e aproxima os jovens de ambientes reconhecidos mundialmente pela produção de conhecimento e inovação.
Missão tem apoio no Distrito Federal
A participação de Lucas e Rafael conta com articulação do Governo do Distrito Federal (GDF) e da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF). O patrocínio da missão será integralmente realizado pela Cotidiano Aceleradora.
Antes da viagem, uma cerimônia de apoio aos estudantes está prevista para segunda-feira (24), às 14h30, no Palácio do Buriti.
A presença dos dois brasilienses em uma programação internacional de ciência e tecnologia reforça o potencial de jovens talentos do DF e coloca pesquisas desenvolvidas ainda na infância em contato com alguns dos ambientes acadêmicos mais prestigiados do mundo.
