Goiás registrou, até julho de 2025, a criação de 70,8 mil novos postos de trabalho com carteira assinada, ultrapassando em apenas sete meses todo o saldo positivo alcançado em 2024, que havia sido de 55,7 mil vagas. O resultado coloca o estado na terceira posição do ranking nacional, consolidando a política de desenvolvimento adotada pela atual gestão e mantendo a economia goiana acima da média do país.
Com esse desempenho, o estoque de empregos formais chegou a 1,64 milhão de vínculos ativos, o maior da série histórica do Novo Caged, sustentado por sete meses consecutivos de crescimento. Para o Governo de Goiás, o resultado não é apenas reflexo da força do setor produtivo, mas também das medidas estratégicas de incentivo à geração de empregos e atração de investimentos.
De acordo com levantamento do Instituto Mauro Borges (IMB), só em julho foram criados 6,9 mil postos formais, fruto de 87,9 mil admissões contra 81 mil desligamentos. O avanço foi puxado por todos os grandes setores econômicos, com destaque para serviços (+3 mil vagas) e agropecuária (+2 mil), esta última com o maior crescimento proporcional do período. Construção (+1 mil), comércio (+658) e indústria (+364) também contribuíram para o saldo positivo.
Na comparação regional, Goiás mantém protagonismo: o crescimento acumulado de 4,49% supera a média do Centro-Oeste (4,30%), reforçando a posição do estado como motor de desenvolvimento e exemplo de gestão eficiente.
Para o secretário-geral de Governo, Adriano da Rocha Lima, os números comprovam que as políticas públicas têm gerado resultados concretos.
“Estamos acumulando sete meses consecutivos de expansão do emprego formal em todos os setores. Esse desempenho é prova da confiança dos empreendedores em Goiás e do acerto das medidas adotadas pela gestão estadual para estimular investimentos, gerar oportunidades e melhorar a qualidade de vida da população”, destacou.
