O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou a divisão dos recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) para as eleições de 2026. Ao todo, cerca de R$ 4,9 bilhões serão destinados a 30 partidos políticos para custear despesas eleitorais em todo o país.
A distribuição dos recursos segue critérios definidos em lei, levando em consideração a representatividade das legendas no Congresso Nacional e o desempenho obtido nas últimas eleições. Por esse motivo, o Partido Liberal (PL) e o Partido dos Trabalhadores (PT), que possuem as maiores bancadas na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, ficaram com as maiores parcelas do fundo.
O PL receberá R$ 881,6 milhões, enquanto o PT contará com R$ 615,3 milhões. Na sequência aparecem União Brasil, PSD, PP, MDB e Republicanos, todos com repasses superiores a R$ 300 milhões.
Maiores parcelas do Fundo Eleitoral
- PL: R$ 881,6 milhões
- PT: R$ 615,3 milhões
- União Brasil: R$ 526,2 milhões
- PSD: R$ 421 milhões
- PP: R$ 417 milhões
- MDB: R$ 400 milhões
- Republicanos: R$ 348,5 milhões
Já os partidos de menor representação receberão R$ 3,3 milhões cada. Estão nesse grupo Agir, Democracia Cristã (DC), Democrata, Missão, Mobiliza, PCB, PCO, PRTB, PSTU e Unidade Popular (UP).
Os recursos do Fundo Eleitoral podem ser utilizados em diversas atividades de campanha, como produção de material gráfico, impulsionamento de conteúdo nas redes sociais, contratação de equipes, aluguel de espaços para eventos, transporte de candidatos e serviços de comunicação.
A definição dos valores marca uma das etapas mais importantes da preparação para as eleições de 2026, quando os partidos iniciarão a organização de suas estratégias e estruturas de campanha em todo o país.
