O governador Daniel Vilela recebeu, nesta quinta-feira (07/05), no Palácio das Esmeraldas, participantes do 97º Encontro Nacional de Corregedoras e Corregedores-Gerais de Justiça do Brasil (Encoge). Pela primeira vez realizado em Goiânia, o evento reúne representantes do Judiciário de todo o país para debater temas estratégicos e trocar experiências voltadas ao fortalecimento institucional.
Durante a recepção, Daniel Vilela destacou a importância da cooperação entre os poderes para promover avanços que beneficiem diretamente a população goiana.
“Queremos manter a mesma relação produtiva construída nos últimos anos, baseada no respeito, na ética e no compromisso com os interesses do povo de Goiás”, afirmou o governador.
Ele também ressaltou o ambiente de diálogo e harmonia institucional existente no estado.
“É uma satisfação apresentar aos corregedores e desembargadores de todo o Brasil essa convivência harmoniosa e colaborativa que construímos em Goiás”, declarou.
O presidente do Colégio de Corregedoras e Corregedores-Gerais da Justiça do Brasil, desembargador Cláudio Brandão de Oliveira, enfatizou a relevância da relação equilibrada entre os poderes para o fortalecimento das instituições e o cumprimento das funções públicas.
“É essencial que os poderes atuem de forma respeitosa e colaborativa para garantir a efetivação da Constituição. Em Goiás, percebemos essa relação harmoniosa entre Judiciário e Executivo”, destacou.
O corregedor-geral da Justiça de Goiás, desembargador Marcus da Costa Ferreira, também reforçou a importância das parcerias institucionais voltadas ao interesse coletivo e afirmou que iniciativas desenvolvidas no estado podem inspirar outras unidades da federação.
“O Judiciário goiano estará sempre aberto a parcerias republicanas e éticas que contribuam para levar à população serviços cada vez melhores”, pontuou.
A programação do Encoge segue até sexta-feira (08/05), no Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO), com oito painéis e 15 oficinas temáticas. Entre os assuntos debatidos estão prevenção ao assédio institucional, inovação tecnológica nas corregedorias, governança fundiária e proteção às mulheres.





