Mais de 150 milhões de conexões já passaram pela rede pública de internet do Distrito Federal — um número que traduz o alcance de uma política que saiu do papel e passou a fazer diferença no dia a dia da população. Criado em 2019, o Wi-Fi Social DF consolidou-se como um dos principais instrumentos de inclusão digital do GDF, levando acesso gratuito à internet a quem mais precisa.
A cobertura já alcança mais de 25 regiões administrativas, com presença em áreas como Fercal, Gama, Brazlândia, São Sebastião, Itapoã e Ceilândia. Na prática, o serviço encurta distâncias e amplia possibilidades: facilita o acesso a plataformas de ensino, permite a busca por emprego e aproxima o cidadão dos serviços públicos digitais.
À frente da iniciativa, a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) trabalha para ampliar ainda mais o alcance da rede. A meta é expandir o programa até 2026, com novos pontos sendo ativados em diferentes regiões. Para o secretário Rafael Vitorino, garantir conectividade é, hoje, uma medida essencial de inclusão. Segundo ele, oferecer internet gratuita significa criar condições reais para que a população tenha acesso à informação, à educação e a oportunidades, independentemente da região onde vive.
O mapa completo dos pontos de acesso pode ser consultado no site oficial do programa, que também reúne as próximas expansões já previstas e publicadas no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF).
O uso da rede é direto e acessível. O usuário precisa apenas ativar o Wi-Fi do dispositivo, selecionar a opção “Wi-Fi Social DF” e fazer um cadastro no primeiro acesso. A partir daí, basta inserir login e senha nas conexões seguintes.
Para manter a qualidade do serviço e garantir que mais pessoas possam utilizar a rede, há controle de tempo e de velocidade de navegação. A conexão segue padrões de segurança e é identificada pelo nome oficial vinculado ao GDF. Mesmo assim, a recomendação é evitar o uso para dados sensíveis em locais públicos, como operações bancárias ou acesso a informações pessoais.
