As informações mais atuais da pesquisa eleitoral no Distrito Federal mostram que a desaprovação dos candidatos será um elemento crucial na corrida pelo Governo do DF em 2026. Entre todos os nomes analisados, José Roberto Arruda se destaca como o concorrente com o maior nível de rejeição entre os eleitores de Brasília.
Segundo a pesquisa, 54% dos participantes declararam que de jeito nenhum votariam em Arruda. Esse índice é consideravelmente maior em comparação aos outros pré-candidatos examinados, solidificando a posição do ex-governador como o candidato mais indesejado no panorama eleitoral vigente.
Arruda encontra-se inelegível devido a determinações da Justiça Eleitoral, e seu histórico político está ligado a diversas condenações e processos. Sua administração foi marcada pelo escândalo denominado Caixa de Pandora, que veio à tona em 2009, e denunciou um esquema de corrupção que incluía o pagamento de propinas e o desvio de verbas públicas no Governo do Distrito Federal. O caso ganhou grande notoriedade em todo o país, gerando ações judiciais, detenções e a suspensão de seu mandato.
Anos depois dos acontecimentos, os resultados da pesquisa mostram que os eleitores do Distrito Federal continuam a vincular o nome de Arruda a esse período, demonstrando aversão à ideia de um retorno a uma administração caracterizada por acusações e crises políticas. O estudo indica que existe uma forte resistência em reverter um ciclo político ligado a escândalos que afetaram a reputação institucional da capital do Brasil.
Em relação a outros candidatos avaliados, a taxa de rejeição de Celina Leão é de 21%. Por outro lado, Leandro Grass, Ricardo Cappelli e Paula Belmonte têm taxas de rejeição parecidas, oscilando entre 7% e 8%.
A análise dos dados evidencia que, além das preferências de voto, o passado político e judicial dos candidatos tem um impacto significativo na visão dos eleitores de Brasília. A forte desaprovação em relação a Arruda sugere que a maior parte do eleitorado não está disposta a experimentar novamente um período marcado por crises políticas e dilemas éticos na gestão do Distrito Federa
